Capacidade e janela de carga
Pipeline full enchendo SKU (ex.: F16), fila estourando, ambiente compartilhado sofrendo. Replanejo incremental, chave de atualização, ordem de processamento e o que precisa para reprocessar sem drama.
Analytics engineering · microsoft fabric
Certificado pela Microsoft
Analytics Engineer | Fabric, Lakehouse & Big Data
Quando o pipeline pesa, o número não fecha com a operação ou a diretoria desconfia do painel, eu reorganizo ingestão, modelo e consumo. Objetivo simples: dado deixar de ser custo e virar algo em que dá para decidir, com SQL, PySpark, notebooks, OneLake, Power BI e automação onde o gargalo não é só ETL.
Onde eu costumo entrar
É o tipo de coisa que aparece em e-mail às 18h ou quando o CFO pergunta “por que esse número mudou?”. Se reconhecer o cenário, o próximo passo costuma ser conversa técnica com patrocinador no loop.
Pipeline full enchendo SKU (ex.: F16), fila estourando, ambiente compartilhado sofrendo. Replanejo incremental, chave de atualização, ordem de processamento e o que precisa para reprocessar sem drama.
DRE, contábil, custo de projeto, RH: grão errado ou regra duplicada. Alinho fonte, definição e camada semântica para o BI parar de ser opinião com gráfico.
Sair de on-premise ou Report Server sem perder histórico nem confiança. Plano em ondas, workspaces, lineage e o que vira modelo semântico novo versus legado.
Bronze sem contrato, mesma entidade em formatos diferentes, consumo direto da camada errada. Endureço prata/ouro, contrato e dono do dado: Medallion de verdade, não só pasta bonita.
Modelo pesado, refresh longo ou leitura executiva inconsistente com a operação. Decido o que fica no lake, o que fica no modelo e onde Direct Lake resolve de fato.
Processo em e-mail e planilha, dado que nasce fora do sistema. Power Apps, Automate e destino no lake quando o gargalo é humano, não só transformação.
Como eu decido
Trechos curtos do tipo de conversa que tenho com arquiteto, negócio e operação, sem slide de “inovação”.
Quando a janela ou o SKU não aguentam repor tudo sempre, o desenho muda: watermark, chave de negócio, idempotência onde precisa e teste de reprocessamento.
Trade-off: mais complexidade operacional e de teste em troca de capacidade estável.
Direct Lake quando latência e escala do modelo importam; import quando a flexibilidade DAX/transformação ainda compensa o refresh.
Trade-off: acoplamento ao lake versus liberdade no modelo.
Sem dono de métrica, padrão de pasta e regra de promoção entre camadas, o ouro vira “arquivo compartilhado” e o BI vira debate eterno.
Trade-off: um pouco de burocracia em troca de um único número oficial.
Painel sem comitê, dono ou cadência vira mural. Estruturo KPI e visual para sustentar reunião que já existe, ou para matar reunião que só existia por falta de dado.
Trade-off: menos “liberdade criativa” no layout, mais adesão e uso.
Bronze ingere; prata padroniza e testa; ouro responde pergunta de negócio. Quem pula camada paga depois em reconciliação e retrabalho de BI.
Trade-off: tempo maior até o primeiro “select” bonito em troca de menos surpresa depois.
Traduzo restrição técnica em impacto (prazo, risco, custo) e puxo o negócio para definir grão cedo. Evita BI que ninguém assina embaixo.
Trade-off: reuniões mais duras no início em troca de menos refação no fim.
Sobre
Trabalho com analytics engineering na stack Microsoft: Lakehouse, camadas, incremental, semântica, governança e consumo. Já estive com capacidade estourando no Fabric, migração saindo de on-premise / Report Server e modelo que só melhorou quando o grão e a camada certos existiram.
O que aparece na reunião pode ser um painel; o que sustenta a decisão é contrato de dado, custo de pipeline, definição de métrica e quem opera depois que o projeto “acabou”. Por isso documento e padronizo: analytics sem operação vira arquivo morto.
Em time misto, costumo ficar entre negócio, plataforma e TI: traduzir restrição real (janela, SKU, política) em desenho técnico que não depende de herói.
Casos
Cada case é narrativa fechada: contexto, o que quebrava (capacidade, confiança, prazo), decisão de arquitetura, stack e impacto. BI entra quando sustenta comitê, DRE, operação ou RH, não como vitrine solta.
Casos em publicação. A lista completa abre em breve.
Soluções
Depende do estágio: às vezes é diagnóstico de pipeline, às vezes Lakehouse, às vezes BI executivo com métrica oficial. O fio comum é fechar o ciclo entre engenharia e decisão, com entrega que outra pessoa sustenta.
Transformo perguntas de negócio em métricas confiáveis, grãos corretos e narrativa analítica que sustenta comitês.
Entregas
Pipelines incrementais, contratos por fonte e observabilidade mínima: Fabric, notebooks ou stack equivalente.
Entregas
OneLake, lakehouse por domínio, notebooks PySpark e publicação para BI com governança leve e repetível.
Entregas
Painéis conectados a decisões reais: hierarquia visual, KPIs acordados e performance que aguenta uso diário.
Entregas
Trajetória
Da operação de TI a analytics engineering: infraestrutura, BI, projetos e, hoje, Fabric/Lakehouse com problema de negócio no centro.
São Paulo, Brasil
Atuação em arquitetura analítica ponta a ponta com Microsoft Fabric, do desenho de ingestão e Lakehouse à camada de consumo executivo com BI e IA aplicada.
São Paulo, Brasil
Condução de projetos de BI e analytics com foco em padronização de métricas, evolução arquitetural e previsibilidade de entrega.
São Paulo, Brasil
Atuação em iniciativas de BI com visão de projeto, integrando necessidades de negócio, modelagem analítica e qualidade de entrega.
São Paulo, Brasil
Outsourcing para a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, com foco em confiabilidade analítica e suporte à gestão pública.
Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil
Atuação em BI corporativo conectando performance operacional a indicadores de negócio para tomada de decisão.
Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil
Evolução do suporte operacional para análise de performance, com foco em monitoramento de indicadores e eficiência de processos.
Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil
Atuação em infraestrutura e suporte técnico com foco em continuidade operacional, base para evolução posterior em dados e analytics.
Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil
Início da trajetória em tecnologia, com atuação operacional em suporte e rotina técnica que consolidou disciplina de processo e qualidade.
Credenciais
Certificação não substitui entrega, mas mostra que jogo com exame e padrão de plataforma. Destaque para o que sustenta BI sério; o resto entra como trilha Microsoft, dados e método.
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Código da credencial GR671531620CD
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Stack organizada por frente de trabalho.
Envie uma frase do problema (ex.: full derrubando capacidade, CFO sem confiança no DRE, saída de Report Server). Eu respondo com o que faria primeiro e o que não prometeria.